wp_enqueue_scripts, admin_enqueue_scripts ou login_enqueue_scripts. Este aviso foi ativado pelo manipulador jquery. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 3.3.0.) in /home2/maracatu/public_html/wp-includes/functions.php on line 6170Foi ‘pedindo licença à mãe das águas’ que o Maracatu Quiloa colocou o bloco na rua neste último domingo (dia 20), no Centro Histórico de Santos. Com direito a ala das baianas, dança, boi, alegorias e
muita alegria, o cortejo arrastou centenas de pessoas que dançaram o ritmo contagiante, executado por aproximadamente 30 batuqueiros.
A Praça Mauá serviu de palco para a concentração do grupo, o qual subiu as escadas da prefeitura municipal ecoando o som dos agbês, gonguês, alfaias, ilús, caixas e atabaques. O público já demonstrava, em gestos e sorrisos, a energia que perdurou por todo o desfile, arrancando palmas e muita emoção da platéia, de todas as idades.
Os cenários que acompanharam a apresentação foram as ruas do Centro Velho, com todo seu charme e história. A música também passou pelo Porto, e, naquele dia, além de soja, açúcar e trigo, os trabalhadores e caminhoneiros puderam apreciar a passagem do bloco pelos paralelepípedos do cais.
O Quiloa agradece a presença de todos, amigos vizinhos e de outras bandas, além de familiares e todos que puderam compartilhar conosco mais esta vitória. O trabalho seguirá, com o intuito de sempre melhorar e repetir o espetáculo em 2012. Quiloa Axé!
]]>As primeiras fotos são do nosso amigo e parceiro Rogério Sant’ana!
]]>Com a casa cheia de amigos e batuqueiros, o Quiloa comemorou no último dia 9 de outubro, o sétimo aniversário do primeiro grupo de maracatu da Baixada Santista. Uma festa multicultural valorizou a cultura popular brasileira e confraternizou relembrando a trajetória do Quiloa também ao lado do convidado Mestre Gil, do jongo de Piquete.
Durante a tarde, uma oficina de jongo contou com a participação de 20 integrantes do grupo, já a noite de comemoração foi mais de oito horas de festa, com direito a ensaio aberto de maracatu, roda de jongo puxada pelo mestre Gil e brincadeiras de coco, afoxé, entre outros ritmos tocados e dançados por todos.
Um axé à Nação Porto Rico, aos nossos mestres, a todos os batuqueiros que desceram a serra, aos novos e antigos integrantes, aos familiares e amigos que mantém viva há sete anos essa história, iniciada pela curiosidade e hoje mantida pelo amor e identidade em viver o maracatu.
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